pasquale cipro neto

O moço nem escreve certo, mas sabe ditar de cor
as palavras que riscam o meu coração.
Como um náufrago, ele rabisca o meu destino em palavras
que matam o que há de melhor em mim: a poesia.

Carregada de grande incerteza sobre eu e ele,
o erro e a norma (quase) culta,
minha alma congelou.
Mas, com grande sabedoria, alguém me disse pra aquecer minha’lma,
que da “bassora” ao “probrema” tudo é linguagem correta,
até a que fala a tua língua torta em minha boca sedenta.

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