Passatempo divino

A minha poesia se perde quando a vida põe de ponta-cabeça as minhas convicções
e eu me julgo por ter fé.
De repente, as charadas do livro da vida
e as letras de seu redator se tornam incompreensíveis
e a minha poesia torna a se perder…

É nesse labirinto que eu percebo a nossa minúscula finitude,
e pestanejo ao tentar compreender porque o nosso fio de vida
pode ser rompido em um estalar de dedos.
Somos marionetes feitas de barro e a nossa alma veio de um sopro.
Somos imagem e semelhança de uma sombra,
mas nunca fomos bons em dominar a terrar a terra e o ar.

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